evolução mensal


Finda agosto e tá tudo seco demais, inclusive meu coração. E uma saudade do poetinha, de viver, sofrer, sentir com ele. Deu saudade de ler minha vida num poema e acordar no meio da noite e ler de novo só pra lembrar que eu ainda tô aqui, que eu ainda existo. Deu vontade de sambar além do samba. Sobre o amor que toca, fere, mata, não sei mais nada. Se reencontrei meus olhos numa mesa de bar e achei minha dança sozinha no palco, para setembro restou o desejo de perdição absoluta. Para setembro restou o desejo de morrer de tanto amar.

3 comentários:

  1. Não sou de fazer merchan, prefiro chamar de intertexto isso que me faz querer te mostrar esse meu texto, depois de ter lido o teu.

    http://www.brunobatiston.com/2011/06/dezenove-do-nove.html

    "Faz setembro em mim..."

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